FAQ’s

O Ministério da Educação indicou, como escolas sede do projeto, duas escolas a nível nacional: Escola Secundária Felismina Alcântara do Agrupamento de Escolas de Mangualde e a Escola Secundária de Camões, em Lisboa. No entanto, os alunos podem ser oriundos de todo o país e do estrangeiro.
Esta modalidade destina-se a todos os jovens ou adultos que não completaram o ensino secundário. Pode também ser frequentada por jovens que, estando na escolaridade obrigatória e completado os 16 anos, pretendam frequentar um sistema modular, designadamente pelo facto de estarem inseridos no mercado de trabalho.
É uma alternativa para a conclusão do ensino secundário para todos os que não possam frequentar a escola presencialmente. Trata-se de um projeto-piloto que permite ao aluno fazer o ensino secundário, tendo um computador e acesso à Internet.
Em termos gerais e desde que cumpra os requisitos referentes à idade podem frequentar todos os adultos e jovens que tenham completado o 3.º ciclo do ensino básico ou equivalente. Caso tenham frequentado o ensino secundário, com aprovação em algumas disciplinas, poderá ter equivalência às disciplinas concluídas e realizar as disciplinas em falta. Especificando podem frequentar o Ensino Secundário Recorrente a Distância a) Adultos que não concluíram o ensino secundário e cujos planos de estudo estão extintos; b) Jovens adultos que tenham completado 20 anos até à data de início do ano escolar, que não tenham concluído o ensino secundário; c) Jovens adultos que estão fora da escolaridade obrigatória e que, embora possam ainda estudar no ensino regular, pretendam frequentar um sistema que lhes permita alguma flexibilidade horária, designadamente pelo facto de estarem inseridos no mercado de trabalho; d) Alunos maiores de 16 anos abrangidos pela escolaridade obrigatória de 18 anos, que pretendam frequentar um sistema que lhes permita alguma flexibilidade horária, designadamente pelo facto de estarem inseridos no mercado de trabalho; d) Adultos de nacionalidade Portuguesa que não concluíram o ensino secundário do sistema educativo português e que se encontram a residir fora de Portugal.
Embora seja um sistema a distância o aluno terá de cumprir um horário com sessões chamadas “síncronas” em que está na sua turma, via internet, a assistir a aulas e a realizar trabalhos propostos. Outros tempos serão geridos pelo aluno de acordo com as suas disponibilidades.
Os alunos do ensino secundário recorrente a distância frequentam o regime presencial (embora via internet). Dessa forma a sua classificação é atribuída de cordo com um conjunto de critérios onde se inclui a realização de tarefas e a participação nas aulas, por exemplo. No final do módulo, têm de realizar uma prova que valerá uma percentagem que varia em torno dos 30 a 50% da classificação. No entanto, em determinadas situações, desde que cumpra a assiduidade mínima, os alunos realizam apenas exames de avaliação como se estivessem na modalidade não presencial. Nessa situação apenas conta a nota do exame.
As chamadas sessões síncronas serão lecionadas via Internet entre as 18h45 e as 23h55.
No ano letivo de 2021-2022 pode inscrever-se nos 10.º, 11.º ou 12.º anos de Línguas e Humanidades, Ciências e Tecnologias e Socioeconómicas.
O aluno pode inscrever-se nas disciplinas que deseja frequentar. Aliás, em alguns casos, faz sentido frequentar apenas algumas disciplinas, por questões de trabalho e de falta de disponibilidade.
O ensino recorrente está organizado em módulos mas segue a estrutura normal do ensino diurno: O aluno deve consultar a lista de disciplinas e cursos. Vai inscrever-se de acordo com a matriz do curso Científico–Humanísticos que pretende frequentar.
As disciplinas estão organizadas em módulos. Cada disciplina tem 3 módulos por ano. Assim, o aluno será avaliado em cada módulo de forma contínua de acordo com os trabalhos, atividades e provas realizadas.
Sim podem. Terão um processo de equivalências a disciplinas que já concluíram e frequentam as necessárias para completar o curso.
A inscrição é feita através da nossa página da Internet. Posteriormente, os alunos terão de enviar as habilitações e concluir o processo burocrático de matrícula.
A modalidade ESR@D foi estabelecida pela Portaria 245/2016.
Sim, de acordo com a legislação normal do ensino recorrente. Nessa situação terão de fazer exames nacionais normais.
Sim, tendo também um processo de equivalências ajustado ao curso que frequentaram.
Sim, mas nos termos da lei geral terá de realizar uma avaliação diagnóstica para ser enquadrado.

 

 

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